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Escrito por César Kyn
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Qui, 07 de Maio de 2009 00:00 |
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Refletindo Sobre O Apodrecimento. Mais Divertido Que Observar Pássaros. Tradução de Sergio de Biasi
(Nota do Tradutor : Em certas passagens, tenha em mente o leitor que o artigo foi escrito tendo como contexto os Estados Unidos; infelizmente, a identificação de nossos similares nacionais não é muito difícil de fazer.)
Seguindo o princípio de que a lepra é mais divertida se você compreender por que seus dedos estão caindo, permitam-me alguns pensamentos sobre Karl Marx, suas tolas teorias, e nossa queda em uma versão Disney delas.
O Marxismo é um amontoado estúpido, quase comicamente errado de besteiras sem sentido criado por um homem que tinha pouca compreensão da humanidade, de política ou de economia. Trata-se de um economista cujas teorias invariavelmente levam ao empobrecimento. Como indício de grandeza, isso soaria bastante ineficaz. Ele é um personagem importante pelo mesmo motivo que o mosquito da dengue - pelo dano causado mais do que pelo exercício da inteligência.
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O Brasil e a Lógica do Genocídio |
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Escrito por Maria Lucia Victor Barbosa
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Qua, 06 de Maio de 2009 00:00 |
A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados “malditos” que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. “Creio porque é absurdo”, eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.
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Autoridade vs. poder, e a democracia de massas |
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Escrito por Marcus Boeira
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Ter, 05 de Maio de 2009 00:00 |
A maior parte da filosofia política na história do cristianismo sempre procurou conceber a relação entre autoridade espiritual e autoridade política como sendo de complementaridade. Tanto no final do Império Romano quanto nos reinos medievais já existia uma relação de primazia da autoridade espiritual sobre a temporal, a saber, da Igreja sobre as unidades políticas. Porém, como o próprio nome indica, a primazia é uma questão de “autoridade” e não de “poder”. Os medievais sempre diferenciaram auctoritas de potestas, querendo com a primeira indicar a confiança da comunidade com relação aos seus representantes, ao passo que a segunda se sucede mediante uma relação de imposição entre representantes e representados. No primeiro caso, legitimidade. No segundo, mando e obediência. Acontece, na maior parte dos exemplos históricos, que tanto a autoridade quanto o poder estão presentes na maior parte dos sistemas políticos ocidentais, pois ambas as relações são indispensáveis para a estabilidade e o consensus, a saber, para a legitimidade e a ordem das formas políticas ocidentais.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Seg, 04 de Maio de 2009 00:00 |
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Henry George, na introdução do seu livro “Protection or Free Trade” (Proteção ou Livre comércio) (Robert Schalkenbach Foudation, New York, 1949), faz um poético comentário em tais termos que aqui traduzo adiante:
Próximo à janela de onde escrevo, um grande touro jaz preso por uma argola em seu nariz. Pastando ao redor e rodeando ele terminou por enroscar-se em sua corda em volta da estaca até vir a se tornar completamente prisioneiro, tantalizado pela rica grama que não pode alcançar, e incapaz até mesmo de agitar sua cabeça para livrar-se das moscas que se amontoam sobre seus ombros. Teimosamente ele luta em vão, até que, depois de mugir sofregamente, resigna-se em melancólico silêncio.
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Como se decompõe uma nação |
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Escrito por Percival Puggina
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Sex, 01 de Maio de 2009 00:00 |
Em seu relatório de 2008, a International Transparency situa o Brasil em 80º lugar, com nota 3,5 sobre 10, no ranking da corrupção. Estamos nivelados com Burkina Faso, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia. Perdemos até para a Namíbia, Tunísia e Gana, países onde as práticas são consideradas mais corretas do que aqui. É constrangedor o que o mundo pensa de nós! Estou convencido, caro leitor, de que temos a obrigação moral de enfrentar essa pauta, refletindo sobre a realidade que os números refletem. É intenção deste artigo, portanto, identificar o que nos conduz a tão lamentável reconhecimento mundial.
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Ciclo de Palestras VIDE: "Brasil, Escolhendo o Futuro" |
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Escrito por César Kyn
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Seg, 20 de Abril de 2009 11:18 |

Olá amiga ou amigo, Iniciaremos, neste mês, o Ciclo de Palestras para o ano de 2009 “Brasil, Escolhendo o Futuro” promovido pela Fundação Liberdade e Cidadania em conjunto com o VIDE – Vigilância Democrática (www.vigilanciademocratica.org). A primeira palestra, será realizada no dia 30 de Abril, com o nome do próprio ciclo e será realizada pelo Dr. Antônio Roberto Batista e dois comentadores convidados. O Deputado Federal Guilherme Campos Junior presidirá a mesa. Depois haverá um café e alguns momentos de convívio com os presentes. As outras palestras se realizarão nas últimas quintas-feiras de cada mês abordando assuntos de interesse geral em Política, Educação e Economia. - Palestra: “Brasil, Escolhendo o Futuro” – Dr. Antônio Roberto Batista.
- Data: 30/Abril/2009
- Local: Hotel Monreale Classic – Av. Aquidabã, 280 – Campinas
- http://www.monrealehotels.com/hotelclassic/index.asp
- Horário: 19 horas
Faça a sua inscrição pelo e-mail:
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. Basta enviar um e-mail manifestando o seu interesse com os seguintes dados: - Nome
- e-mail
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- Endereço
A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas. Contamos com a sua presença. Att. César Kyn d´Ávila Presidente da Vigilância Democrática |
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‘Saúde pública’, novo nome da política |
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Escrito por Gerson Faria
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Qui, 30 de Abril de 2009 00:00 |
Nossos legisladores têm encontrado um terreno bastante fértil para a criação de leis sobre temas de saúde pública. Nos dias de hoje essa parece ser a melhor parceira da política, pouco ou nada mais pertencendo à esfera da escolha moral individual ou familiar.
Pelo fato de a sociedade ser formada por uma grande quantidade de pessoas (platitude), os problemas de saúde advindos de escolhas pessoais, uma vez agrupados, tornam-se problemas de saúde pública, merecendo a atenção do estado. Por outro lado, se a cultura abre a Caixa de Pandora do uso de drogas e sexo irresponsável, o ser humano tem condições de recusar a oferta.
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Umas ditaduras são mais iguais que as outras: Brasil-Mentira IV |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Qua, 29 de Abril de 2009 10:28 |
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O Sr. Dines não é burro, pessoalmente. Já provou isso em escritos excelentes. Ele encontra-se emburrecido e cego pelo apoio dos seus pares, que, quando o que ele diz coincide com os desejos deles, tratam de aceitá-lo imediatamente, reprimindo em si próprios e nos outros a mais elementar exigência analítica. Confirmado retroativamente pelo apoio deles, o Sr. Dines está autorizado a jamais perceber a enormidade do que disse. Ser “formador de opinião”, no Brasil de hoje, é isso. É expressar amores e repulsas com a irracionalidade de um cão que late, reforçado pelos ecos inumeráveis de uma orquestra canina.
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Capitalismo - a grande invenção da humanidade |
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Escrito por Lew Rockwell
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Sáb, 25 de Abril de 2009 00:00 |
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A era das trevas, a era da veneração do estado - isto é, a era sangrenta do comunismo, do nacional socialismo, do fascismo e do planejamento central - infelizmente não ficou restrita apenas aos livros de história. Os últimos acontecimentos mundiais mostram que a liberdade e o bem-estar da humanidade estão sob sério risco de voltar a ser massacradas pelos governos. E o que é pior: dessa vez, planeja-se um massacre coordenado em escala mundial. |
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A proibição de comparar: Brasil-Mentira III |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Exemplos recentes da radical abolição do senso das proporções nas discussões públicas neste país, e da sua substituição por proclamações absolutistas rancorosas e pueris até à demência, aparecem em dois artigos do Observatório da Imprensa, publicação que, sublinhando o grotesco da situação, se autodefine não como um agente entre outros no jornalismo brasileiro, mas como um tribunal para o julgamento da idoneidade dos demais agentes.
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Inversão retórica e realidade invertida: Brasil-Mentira II |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Qui, 23 de Abril de 2009 00:00 |
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Enxergar nos criminosos a sombra da sociedade, portanto a projeção ampliada dos males latentes no próprio coração da maioria honesta, é tendência bem antiga da cultura ocidental. Quando François Villon, o poeta-assassino, vislumbra o seu próprio corpo de enforcado balançando no ar, não como testemunho de seus crimes, mas como um apelo à bondade das gerações futuras, sem lembrar-se de dizer uma palavra sequer em favor de suas vítimas, ele inaugura uma das inversões retóricas mais poderosas da modernidade: a relação de caridade estabelece-se agora como um vínculo direto entre a comunidade e o criminoso, fazendo-se abstração das vítimas. Estas não têm direito à caridade, nem do seu algoz, nem do futuro. Passando por cima dos assassinados, a Deusa História absolve os assassinos.
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Falso amor à justiça: Brasil-Mentira I |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Qua, 22 de Abril de 2009 00:00 |
Este é o primeiro de uma série de cinco artigos com o tema Brasil-Mentira.
Nação nenhuma tem o monopólio da imoralidade, mas algumas foram dotadas com uma quota extra que as torna exemplos de escolha numa investigação de filosofia moral. Ao incluir o Brasil entre elas, não tenho em vista as famosas taxas nominais de corrupção, onde, ao contrário, as comparações com outros países têm até um efeito consolador sobre as almas dos nossos compatriotas. Refiro-me a fenômenos de outra ordem, mais difíceis embora não impossíveis de quantificar. Já observei mais de uma vez que a nossa literatura de ficção, escassa em personagens de grandeza excepcional, santos, heróis ou monstros, é rica em figuras de minúsculos farsantes, mentirosos, fingidores compulsivos e semiloucos de vários matizes, que se abrigam numa esfera de irrealidade, fugindo da própria consciência. Com uma ou duas exceções, os personagens do maior e mais significativo dos nossos romancistas são todos assim. Também o são os de Lima Barreto, Raul Pompéia, Marques Rebelo, Annibal M. Machado e tantos outros, sendo até covardia lembrar a figura de Macunaíma, na qual os brasileiros se reconhecem tão facilmente, e cuja veracidade sociológica é atestada por um milhão de piadas populares que mostram os nossos conterrâneos em traços bem parecidos com os dele.
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Escrito por Percival Puggina
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Ter, 21 de Abril de 2009 00:00 |
Meninos e meninas, eu vi. Eu vi o senador Cristovam Buarque, na tribuna do Senado, sugerindo um plebiscito para que a população decida sobre se o Congresso deve ou não ser fechado. Disse ele: “As razões não são apenas as dos escândalos. São as razões da inoperância e são as razões do fato de que estamos hoje numa situação de total disfunção diante do poder. De um lado, tem as medidas provisórias do Executivo e, de outro, as medidas judiciais do Judiciário. Nós somos quase que irrelevantes”.
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